Endereço: Rua Santo Antonio 381 (verde) - Bom Fim - Porto Alegre - RS.
Fone: (51)3072-3420 -(51) 9340-9616.
MSN: revolution_games@hotmail.com
Horário de atendimento: Segunda a Sexta das 10:30hs as 18:00hs e Sábado das 10:30hs as 15:00hs.

domingo, 28 de março de 2010

God of War 3 - Review do site Baixaki Jogos



muda cor do texto
Derivativo? Talvez. Envolvente? Com certeza. Brutal? Sem sombra de dúvidas.

Zeus é um deus e tanto. O senhor do Olimpo é impetuoso e destrói todos os que se opõem a ele com furiosos relâmpagos. Só que isso não vale para Kratos, um guerreiro espartano que, apesar de chamar o deus grego de "pai", busca a vingança e quer matá-lo sem pudor. Pois é, a terceira edição da série God of War tem o seguinte termo como tema: vingança.

Quem jogou os dois primeiros títulos da série sabe que a franquia da Sony é um dos principais símbolos da marca PlayStation. Kratos brutalizou seus inimigos até mesmo no PlayStation Portable no título Chains of Olympus. E a espera por God of War 3 foi tão intensa que milhares de usuários do PS3 não se seguraram e fizeram pedidos de pré-compra do jogo.

No Brasil, os gamers deliram. De uma forma curiosa, os jogadores do território nacional são tão aficionados pelo fantasma espartano que quase todos os títulos da série ocupam lugares reservados no topo da lista de acessos de portais como o Baixaki Jogos. E o terceiro game já ocupou (e vai ocupar, possivelmente) várias vezes o primeiro lugar no nosso portal.

A equipe de desenvolvedores da Sony Santa Monica teve o cuidado de caprichar na produção do jogo. É interessante constatar que foi lançada uma demo que, mesmo criticada por muitos, causou rebuliço na mídia e abriu alas para melhorias espetaculares. Sim, senhor: o jogo final é várias vezes superior (tanto em aspectos técnicos quanto, é claro, na diversão) à versão demonstrativa.

Bem, é difícil ser parcial na introdução de uma análise, mas é ainda mais difícil deixar de afirmar que a última aparição de Kratos — infelizmente a última, segundo a própria Sony — é simplesmente sensacional. Visuais, sons, a jogabilidade prática de sempre e uma atmosfera intensa de combate entram em sintonia perfeita com a temática mitológica da franquia.

Relembrando o passado

A própria abertura de GoW 3 é um sinal estrondoso de quão impactante é a saga de Kratos ao longo dos diferentes combates contra deuses, semideuses, criaturas diversas e, mais além, até mesmo titãs. Quem presenciou os finais dos dois primeiros títulos pode compreender com clareza os eventos retratados na tela. E quem nunca ouviu falar em God of War tem um rápido vislumbre dos conflitos e desfechos das tramas anteriores.

Os deuses do Olimpo se juntaram para impedir que Kratos, mais determinado do que nunca, eliminasse tudo e todos. Com isso, o homem mais impetuoso de Esparta passa por maus bocados, mas, pouco a pouco, consegue equipamentos diferenciados (cada um com poderes incríveis) para abrir um caminho de sangue rumo à vingança completa. Como de praxe, um início frenético, a regressão e uma retomada gradativa das habilidades.

O resultado? Bem, o combatente está mais aniquilador do que nunca. Violência é apelido para o que é observado na tela durante a experiência com God of War 3. Aposto que você nunca teria pensado que, para iluminar locais escuros, Kratos usa tranquilamente a cabeça do deus Hélio (Hélios) como lanterna. O item é empregado, ainda, para fazer com que os inimigos fiquem cegos e atordoados por um curto período de tempo.

Este game, ainda, herda com orgulho os pilares dos jogos anteriores. Saiba que o assunto, aqui, é um jogo que continua — de forma maravilhosa, diga-se de passagem — uma série mundialmente conhecida no mundo dos jogos eletrônicos. Se não fosse possível a realização de combos furiosos de golpes com armas fantásticas ou a visualização de cenas chocantes de dilaceração e até mesmo momentos "picantes" entre Kratos e mulheres seminuas, isto não seria um legítimo God of War.

Aprovado

Do que nós gostamos


Absurdamente grandioso

É difícil encontrar uma boa palavra para descrever o começo do jogo (trecho que exemplifica muito bem a grandiosidade do restante). Excelente, talvez? Enfim, o que importa é que há muitos aspectos inovadores com relação aos pontos de perspectiva encontrados nos dois primeiros games. A câmera de GoW 3 é muito dinâmica e é um dos segredos do sucesso da franquia: a Sony praticamente obriga os gamers a visualizarem Kratos através de ângulos fixos, mas muito interessantes.

O guerreiro pode ser forte, mas é ínfimo em comparação com outros seres. Escalar um titã e enfrentar um deus não são ações realizadas por qualquer combatente, mas o contexto majestoso dos ambientes intimida até mesmo quem está preparado para tais feitios. Kratos pode não ficar impressionado com a magnitude dos embates, mas os jogadores ficam.

Atmosfera única

Falar que God of War 3 lembra bastante um longa-metragem épico de Hollywood é quase uma ofensa... Ao título da Sony, obviamente. A atmosfera do jogo está impregnada com a mitologia grega e, por mais que muitos jogadores não aprovem o jeito com que os desenvolvedores retrataram certas entidades, o estilo geral do game — embates, comportamentos dos personagens, estrutura das construções e mecanismos — deve ser respeitado.

Na realidade, o enredo é tão interessante que muitos jogadores ficam com vontade de mergulhar fundo nas antigas histórias e saber mais sobre a mitologia grega. E são feitas várias abordagens em uma imensidão de seres e objetos: centauros, ciclopes, gigantes, estátuas "vivas", medusas, esqueletos, deuses, titãs, caixa de Pandora, figurantes menos conhecidos na mitologia... Poucos escaparam das mãos hábeis dos desenvolvedores.

Prático e conquistador

Trata-se de uma das melhores jogabilidades já encontradas em um video game. Se o jogador tiver uma boa noção de ritmo e tempo durante a realização de movimentos defensivos, os chefes podem ser derrotados com facilidade. Só que, se o oponente efetuar um golpe monstruoso que é desconhecido para o gamer, há fortes chances de que o combate mude de direção.

Os "quick events" e mini games voltaram com muita intensidade. O controle do PS3 é explorado de formas criativas e se mostra um ótimo instrumento de interação com as tomadas cinematográficas do jogo. Sem contar que utilizar armas como as Blades of Exile ou as Claws of Hades é uma alegria e tanto. O mesmo vale para outras ações, como golpes especiais, ativação de poderes e utilização de itens mágicos.

Gráficos... Inigualáveis?

A variação de quadros por segundo de acordo com a profundidade dos cenários e com a movimentação de vários objetos detalhados na tela mostra que o pessoal da Sony Santa Monica ficaram próximos de atingir o limite do PlayStation 3. God of War 3 é tão belo e atraente que, com o perdão da palavra, merecia uma plataforma mais evoluída para a representação dos visuais com ainda mais impacto.

Ainda assim, o console não faz feio. Muito pelo contrário. À parte dos poucos defeitos existentes, os gráficos são incríveis. Os desenvolvedores conseguiram agrupar uma série de características positivas existentes em games de diversos gêneros, gerando um efeito mais que satisfatório. É complicado deixar de ficar cativado com o maravilhoso trabalho de arte criado pelos designers.

Quanto aos efeitos, texturas, filtros e demais quesitos, não há motivo para se deixar levar pelos problemas. Vamos por partes: a movimentação dos seres nos diferentes cenários é cativante; a iluminação dinâmica é uma das melhores em um título para PS3; a maior parte das animações, texturas e objetos conta com um polimento feroz; modelagens ótimas preenchem a tela; efeitos gráficos variados, como o "blur" (borrão) dos movimentos mostram que este jogo não está de brincadeira.

Fantástica ambientação sonora

Se você possui um bom conjunto de caixas de som, o resultado pode ser assustador. A trilha musical do game é maravilhosa, pois os acordes orquestrados fornecem uma espécie de "ritmo de combate" para os jogadores. Forte percussão, coral, muitos sons graves e intensidade nas trilhas são quesitos que honram a série e superam o que encontramos na maior parte dos jogos de ação para as plataformas de sétima geração.

É assustadora a qualidade com que tudo é transmitido: os sons de espadas, os urros de Kratos, os diálogos convincentes, a magnífica trilha sonora. Combinando de maneira inquestionável com os visuais, os sons, de modo geral, ilustram um dos motivos pelos quais a série é tecnicamente respeitada em todo o planeta.


Reprovado

O que espantou o Baixaki Jogos... No mau sentido


Mais do mesmo...

...o que não é propriamente um defeito, é claro. Isto, na verdade, apenas reforça o esplendor da fórmula de sucesso da série. Só que quem esperava mudanças drásticas na estrutura básica pode se decepcionar com a constante linearidade da experiência. Bater freneticamente, explorar os cenários e desvendar quebra-cabeças.

Há inovações que podem ser consideradas "estranhas", como um momento no qual o gamer "joga Guitar Hero" em uma plataforma que mostra — como se isto fosse parte do próprio cenário — os quatro botões do controle do PS3. Curioso, não?

Defeitos variados

A lista não é tão intensa, mas também não é tão curta assim: sangue "plástico", cortes na tela freqüentes ("screen tearing"), travamento da câmera em certos "takes" intermediários, certas animações que não convencem, fraca interação com a água, pobre interação entre objetos e corpos em determinados momentos, glitches de movimentação, bugs de câmera, cortes abruptos em algumas cenas, texturas ruins, bordas — bem poucas, felizmente — serrilhadas...

Em outras palavras, GoW 3 ainda é um jogo. E isso é um ponto ruim, por acaso?

Avaliação Final

Vale a pena?


Veja pela seguinte perspectiva: se você tem um PlayStation 3 e gosta de ação, God of War 3 é uma compra obrigatória. Simples assim.

Os motivos? Caso você tenha ficado com preguiça de ler os detalhes acima, saiba que o terceiro jogo da série exclusiva da Sony não deixa a desejar em nenhum aspecto. Diversão, recursos técnicos (gráficos, sons e outros quesitos estruturais), jogabilidade, temática, tudo é fenomenal.

God of War 3 é um daqueles jogos que prende a atenção de uma forma inexplicável. Parar de jogar é o maior desafio deste título, mais ainda que enfrentar os diferentes inimigos que aparecem pelo caminho. A derradeira empreitada de Kratos é um dos símbolos mais expressivos do console conhecido como PlayStation 3 e definitivamente é um dos maiores ícones do mundo dos video games.

terça-feira, 23 de março de 2010

GOD OF WAR 3 - R$ 229,00 - ou 6x de R$ 37,00 sem juros Visa ou Mastercard - PRONTA ENTREGA!!!!!!

GOD OF WAR 3 - R$ 229,00 - ou 6x de R$ 37,00 sem juros Visa ou Mastercard - PRONTA ENTREGA!!!!!!

sexta-feira, 12 de março de 2010

GDC 2010: Mais novidades sobre o PlayStation Move.

O novo controle sensível a movimentos da Sony foi anunciado durante a Game Developers Conference — GDC — deste ano e causou balbúrdia na mídia. Clique aqui e confira a cobertura inicial realizada pelo Baixaki Jogos sobre o assunto.

Com isso, estão surgindo cada vez mais novidades sobre o PlayStation Move, que conta também com um controle extra (de forma bastante semelhante ao que ocorre com o Nunchuk, do Nintendo Wii). Especificações, relatos de testes, opiniões... Enfim, as bombas são várias. Chega de especular a respeito dos nomes Arc e Wand, não é mesmo?

Tempo de resposta satisfatório

A Sony afirmou que o Move foi criado para ser preciso o suficiente para lidar tanto com movimentos rápidos quanto ações sutis. Saiba o que Scott Rohde, vice-presidente do desenvolvimento do produto da Sony Computer Entertainment América, disse sobre o assunto:

"A latência para o PlayStation Move é tão robusta quanto o DualShock 3 e o controle sem fio Sixaxis — sob um quadro."

Rohde fez o comentário durante uma apresentação de desenvolvedores que detalhou as especificações técnicas do novo controle. É interessante lembrar que muitos acreditam que o Move, confirmado para a primavera deste ano, está previsto para custar US$ 100 (aproximadamente R$ 177).

Dados técnicos

Acompanhe, abaixo, informações aprofundadas sobre as características gerais do Move:

PlayStation Move motion controller

  • Nome do produto: PlayStation Move motion controller

  • Código do produto: CECH-ZCM1

  • Data de lançamento: primavera 2010

  • Preço recomendado: a ser decidido

  • Cor: preta

  • Massa: cerca de 145g

  • Dimensões externas: cerca de 200mm × 46mm (altura × diâmetro)

  • Tipo da bateria: embutida, recarregável, íons de lítio

  • Voltagem: DC 3.7 V

  • Temperatura operacional: 5ºC a 35ºC

PlayStation Move sub-controller

  • Nome do produto: PlayStation Move sub-controller

  • Código do produto: CECH-ZCS1

  • Data de lançamento: primavera 2010

  • Preço recomendado: a ser decidido

  • Cor: preta

  • Massa: cerca de 95g

  • Dimensões externas: cerca de 138mm × 42mm (altura × diâmetro)

  • Tipo da bateria: embutida, recarregável, íons de lítio

  • Voltagem: DC 3.7 V

  • Temperatura operacional: 5ºC a 35ºC

Opiniões, opiniões

Peter Molyneux, o chefe da Lionhead Studios (Fable), disse através do Twitter que acha que o Move é similar ao Wii. Na realidade, milhares de pessoas não conseguiram deixar de fazer comparações diretas com os controles do console da Nintendo.

O que nos resta saber é a forma com que será feita a interação entre os tão divulgados controles com os novos títulos e como que o Move — e o novo "Nunchuk" — será diferente do que ocorre hoje no Wii.

É claro que o chefe da SCEA teve que comentar sobre isso. Tretton afirmou que o principal elemento que separa o Move da concorrência é a "tradução" realista dos movimentos fora da tela para as ações dentro da tela.

"Haverá uma tradução muito boa aqui. Se você é bom em luta ou em manusear armas, você provavelmente será muito bom nos nossos jogos com movimento."

Uma ponte entre jogadores casuais e hardcore? Talvez. Tretton ainda relatou que o Move é direcionado a "qualquer consumidor que tenha eletricidade". Segundo ele, o controle foi feito também para pessoas que nunca pegaram um controle, mas apreciam precisão em movimentos.

Games?

Bem, 36 desenvolvedores já estão trabalhando em títulos que empregarão o novo sistema de controles. A própria Sony pretende criar e lançar 20 jogos com suporte ao Move antes de março do ano que vem. Que tal?

Outra bomba é que o novo Medal of Honor não fará uso do controle. Em entrevista ao site ComputerAndVideoGames, Richard Farrelly (diretor de criação da Electronic Arts de Los Angeles) disse a equipe de desenvolvimento esteve atenta ao Move, mas não quis arriscar e preferiu esperar por uma aplicação mais significativa para usar a nova tecnologia.

Por outro lado, tanto o periférico quanto o controle secundário serão compatíveis com SOCOM 4, que está sendo desenvolvido exclusivamente para o PlayStation 3 pela Zipper Interactive (MAG).

Colocando as mãos

O pessoal do site Engadget conseguiu brincar com o Move. Ao que tudo indica, nem tudo é tão "mágico" quanto a novidade parece ser. Confira dois vídeos que exibem demonstrações interessantes:

quinta-feira, 11 de março de 2010

Um dos primeiros jogos do Move mostra seu potencial.

Finalmente, a Sony revelou seu controle sensível a movimentos. Você já ficou sabendo de tudo aqui no Baixaki Jogos, incluindo seu novo nome — PlayStation Move — e alguns jogos que suportarão o periférico. Um deles é Motion Fighters, título ainda provisório, que deve trazer as brigas de rua diretamente para sua casa.

O título conta com uma atmosfera obscura e envolve lutas de um contra um. Além disso, Motion Fighters suporta até dois Moves para cada jogador, o que deve tornar a experiência ainda mais bacana. Agora, vamos aos detalhes. Preparado?


Clipe com vários jogos do Move, incluindo Motion Fighters

Uma atmosfera diferente

Bem, primeiramente, vale ressaltar a peculiaridade do clima em Motion Fighters. As cores que predominam nas ruas são o branco e o preto, com alguns detalhes em vermelho e graffitis decorando as cidades. As texturas e a modelagem também agradam, mas o jogo ainda está somente 20% completo. Ou seja, muita coisa ainda deve mudar.

Os personagens são intimidantes. Até o momento, a companhia demonstrou um rapaz musculoso e tatuado — um típico “brigão”. Além disso, há também um personagem que veste uma jaqueta de couro, aparentemente um motoqueiro, com uma expressão nada agradável. Independentemente de qual selecionar, certamente você irá notar que os socos aterrissam com um impacto satisfatório, e o sangue e suor voam para animar os jogadores.

Pancadaria real

Mas, ao contrário do que muitos imaginam, socar não será uma tarefa fácil. Você realmente terá de se movimentar para desferir seus golpes — nada de enganar o console aqui. Socos retos são registrados como jabs, enquanto golpes curvados são considerados como cruzados. Também é possível deixar o Move na horizontal para lançar ganchos. Em suma, basta imitar o movimento real para realizar a ação dentro das telas.

Você também pode colocar seus braços juntos e em frente ao seu corpo para bloquear. Fora isso, é possível realizar movimentos evasivos se inclinando para os lados e para frente. Mas, cuidado: caso seu personagem se incline na direção do soco do oponente, o dano será imenso.

Pancadaria garantida!

Conforme o jogador desfere seus golpes, um medidor no topo da tela indica o quanto o inimigo foi punido. Quanto mais pancadas, mais o medidor do oponente sobe. Mas, se ele se proteger por um tempo, a barra retornará à marca zero. O objetivo é bem simples: manter a pressão e o medidor do inimigo em seu limite.

Existem também algumas táticas mais, digamos, sujas para serem usadas durante as lutas — afinal, estamos falando de brigas de rua, não é mesmo? Você pode se aproximar de seu oponente e agarra-lo pressionando os dois botões do Move — o gatilho e o botão de ação, posicionado onde seu polegar descansa — e então movimentando seu braço como um gancho.

Nesta posição, é possível desferir uma série de golpes bem na face do oponente ou utilizar seu cotovelo como uma arma de destruição. Mas, cuidado, o inimigo também pode contra-atacar. Ao final das lutas, quando a barra do oponente estiver no limite, você ainda poderá finalizá-lo com um movimento espetacular.

Motion Fighters certamente é um jogo diferente de Wii Boxing. Aqui, o apelo não é para o público casual — mesmo que o game também possa ser desfrutado por estes jogadores — mas sim para quem é hardcore, algo que pode ser comprovado pelo visual. Além disso, o título requer que o jogador realmente se movimente, quebrando as barreiras do gênero. Ainda não há uma previsão para lançamento. Fique ligado aqui no Baixaki Jogos para mais informações.

PlayStation Move é o novo controle do PS3!

A espera terminou! O controle de movimentos da Sony já tem nome oficial, e não é Wand ou Arc como se esperava... Move, este é o nome que vai ficar na cabeça dos consumidores, fãs e entusiastas do PS3. Foram quase 10 meses de angústia, mas durante evento na GDC 2010 em São Francisco, o presidente da Sony Worldwide Studios, Shûhei Yoshida, mostrou que as inseguranças do controle mostrado na última E3 se estinguiram.

De lado

Se não bastasse, os boatos sobre um suposto Nunchuk wireless para acompanhar o controle agora são realidade. Sim, o Move tem um um "subcontrole" com analógico e direcional!

Yoshida afirmou logo no começo que o tempo de resposta do controle é praticamente instantâneo: menos de um quadro (algo em torno de 1/30 a 1/60 segundos). De acordo com Peter Dille, Vice-Presidente Sênior de Marketing & PlayStation Network da SCEA, o controle é "rápido, preciso e exato", além de ser uma "transição natural" para quem está acostumado com o Wii Remote. Dille também descreveu o aparelho como "desafiador" no sentido de proporcionar uma ótima experiência.

Além disso, foi confirmado um bundle do Move com o PlayStation Eye — a câmera do PS3 — por 100 dólares. Haverá ainda um pacote contendo o console, porém o preço não foi divulgado no evento. Ambos os pacotes acompanham demonstrações de jogos capazes de utilizar os novos controles. A data de lançamento? Primavera.

Na prática

Demonstrações de jogos não faltaram, foram exibidos tanto títulos já lançados como novidades. Do lado dos lançamentos, Sports Champions encantou com vários modos de jogo. Em um duelo de gladiadores, por exemplo, foi mostrado o combate utilizando dois PlayStation Move, um como martelo e outro como escudo — realmente divertido. Entre outros modos apresentados, o tênis de mesa chamou atenção para a precisão obtida.

O próximo demo mostrado, Move Party, exemplificou a interação com realidade aumentada e reconhecimento facial através da câmera PlayStation Eye. Na demonstração, o jogador podia bater em insetos com uma raquete de tênis, e depois pintar linhas com pincel. Em seguida, outro título exibiu como cortar cabelos e ainda como pintinhos podiam ser jogados de um lado para o outro com um ventilador.

Por outro lado, LittleBigPlanet é um ótimo exemplo de como o Move se adequar aos games já existentes: é possível manipular objetos dentro do jogo, enquanto outro amigo controla o Sackboy.

EyePet não ficou de fora. Em vídeo, o público presente pode conferir como se faz para lavar e secar seu animal de estimação usando o controle. O jogo deve ser lançado perto do Natal.

E as demonstrações não pararam por aí. Motion Fighters, jogo de luta revelado durante a apresentação que utiliza 2 PlayStation Move, quer trazer a pancadaria para os controles de gestos com estilo, permitindo movimentos de 1 para 1, ou seja, todo e qualquer movimento é representado fielmente à realidade. Em outras palavras, golpes fortes ou fracos, diferentes estilos de luta, tudo isso acontecerá em tempo-real na tela. Impressionante.

Para finalizar, SOCOM 4 deu as caras e trouxe consigo o equipamento que acompanha o Move, uma espécie de Nunchuk sem-fio. E como ele funciona neste caso? O "Nunchuk" movimenta a câmera e o personagem, enquando o Move fica responsável pelo mais empolgante: os tiros!

Vale a pena notar que, diferente do Nintendo Wii, o jogo de tiro não exige muitos movimentos bruscos a todo o instante por parte do jogador. Seria o Move o elo perfeito entre os jogadores casuais e hardcore?

Linha de produção fervendo

Após o término do evento, em uma entrevista cedida ao blog oficial do PlayStation, o presidente da SCEA, Jack Tretton, confirmou que para este ano fiscal serão lançados 20 jogos exclusivos. Tretton ainda anunciou que 36 desenvolvedoras já estão trabalhando em novos títulos compatíveis com o controle Confira quem já está brincando com o PSMove: Activision, ATLUS, Capcom, Disney, Electronic Arts, Koei, Konami, NAMCO BANDAI, Sega, Sony Online Entertainment, Square Enix, THQ, Ubisoft, Warner Bros. e outros.

Ufa! Novidades emocionantes, não é verdade? Fique ligado no Baixaki Jogos para mais informações em breve. Fique agora com a propaganda oficial do novo controle!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Blizzard diz ter interesse em lançar WoW para consoles.

Em recente entrevista ao site G4TV.com a produtora Blizzard afirmou que “a todo o momento” considera o lançamento para consoles de World of Warcraft, mas que “dificuldades técnicas” continuariam impedindo a empreitada. “No caso de WoW, nós falamos disso o tempo todo. Como nós poderíamos lançar WoW para os consoles?”, pergunta retoricamente o produtor J. Allen Brack.

Bem, mas quais seriam esses desafios técnicos extamente? Segundo Brack, “...existem problemas de correções, existem os controles de qualidade que nós temos vs. os controles de qualidades que, digamos, a Microsoft ou a Sony ou a Nintendo tem”.

WoW  seria lançado para consoles... não fossem as dificuldades técnicas

O produtor toca ainda em uma questão central: WoW funciona melhor com mouse e teclado. “WoW foi projetado para ser um jogo de teclado, tanto o seu sistema de controles quanto a sua câmera, o número de habilidades que você tem e os feitiços e como as coisas funcionam são totalmente ‘teclado-cêntricos’” (tradução livre), afirma Brack. “A ideia de traduzir isso para um sistema de ‘gamepad’ é uma proposição realmente desafiadora”.

Em suma: nada de WoW nos consoles até que eles passem a incorporar também teclado e mouse. Espere! Daí eles seriam um computador, não? Enfim. De qualquer forma, caso você tenha um computador e seja fã da série, considere que o MMO deve ganhar mais uma expansão esse ano, Cataclysm. Infelizmente, nenhuma data até o momento.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Grand Theft Auto: Episodes from Liberty City

As expansões bombásticas de GTA IV chegam ao PC e PS3.

Grand Theft Auto é mesmo uma das franquias mais importantes dos video games. Afinal de contas, GTA IV, a última versão do game, é considerado por muitos como um dos melhores jogos desta geração, graças às suas inovações e ao alto grau de imersão. Como se não bastasse, a Rockstar, dona do game, decidiu lançar duas expansões para o game, presenteando exclusivamente os usuários do Xbox 360.

Felizmente, após menos de um ano, a companhia também anuncia que Grand Theft Auto: Episodes from Liberty City chegará ao PC e PlayStation 3, algo que os fãs ansiavam desde o princípio. O disco contará com os dois DLCs do game, intitulados The Lost and Damned e The Ballad of Gay Tony e não precisa de GTA IV para ser executado. Além disso, os jogadores também poderão comprar as expansões via download, mas para isso é necessário ter uma cópia do game.

Se você já desfrutou de ambas as aventuras no Xbox 360, então não há motivos para preocupação. Basicamente, o conteúdo é o mesmo, sem nenhuma novidade exclusiva ou qualquer adicional. Mesmo assim, vale a pena relembrar e mostrar para os usuários do PC e PlayStation 3 as excelentes expansões que os aguarda. Vamos lá.

Agora no PS3 e PC!

Fúria em duas rodas

A primeira expansão lançada para Xbox 360 traz a mesma famosa Liberty City, mas sob uma perspectiva um pouco diferente. Em The Lost and Damned você encarna Johhny Klebitz (também conhecido como Johnny the Jew), um motoqueiro e vice-presidente da gangue The Lost.

Depois do presidente de sua gangue, Billy, ter saído para reabilitação, quem assume o comando é Johnny. Tudo ocorre como deveria, e seu personagem parece dar conta do recado. Entretanto, após um tempo, Billy retorna para a The Lost. É aí que as coisas complicam.

Os dois acabam se desentendo por diferenças de administração. Billy gosta de realizar atos randômicos de violência e vender drogas. Já Johhny acha que a gangue pode ser reconhecida de outras maneiras. Querendo ou não, os dois parecem não se dar muito bem.

The Lost and Damned traz várias novidades em relação a GTA IV. Você encontrará novos minigames, como a queda de braço, e até mesmo novas modalidades do multiplayer. Além disso, o gamer perceberá que novos DJs, shows de TV, veículos, armas, sites para internet e localidades também fazem parte da expansão.

A Rockstar trabalhou em algumas mecânicas de jogabilidade para aprimorá-las, resultando em uma experiência mais centrada à proposta do game. Felizmente, o game consegue fazer com que o jogador se sinta em uma gangue, pois, durante as missões e passeios, você estará acompanhado por alguns membros.

Quem já jogou GTA IV notará que alguns personagens do título também aparecem em Lost and Damned. A campanha, que dura cerca de 12 horas, revive grandes momentos da aventura de Niko, mas sob perspectivas diferentes.

O sistema de missões é igual a GTA IV — o jogador deve se deslocar até um determinado ponto para iniciá-la. Entretanto, você terá que se preocupar não somente com a polícia, mas também com a gangue rival, conhecida como Angels of Death. Com isso, a expansão consegue trazer uma variedade surpreendente de objetivos, tornando o título essencial para quem é fã da série.

A balada mais quente da noite

A outra expansão de Grand Theft Auto conta com um clima não tão obscuro — muito pelo contrário. The Ballad of Gay Tony, como o próprio nome sugere, narra a história de Luis Lopes, o guarda-costas de Tony, o dono das maiores boates de Liberty City. Contudo, o rei da noite acaba cometendo alguns erros e gafes, e acaba encarregando Luis de fazer alguns trabalhos sujos.

Assim como The Lost and Damned, essa expansão também traz algumas novidades bem interessantes. Novamente, temos armas e diversos outros elementos novos, como a possibilidade de saltar de para-quedas e explorar ambientes inéditos. Durante suas missões, Luis terá de conversar com os maiores criminosos da cidade, explorando interiores que jamais foram vistos nas versões anteriores.

O jogo também conta com novos minigames. Sendo o guarda-costas preferido de Tony, Luis tem a possibilidade de entrar nas boates e se divertir como bem desejar. Para isso, o jogador participa de uma série de minigames que o levam a consequências extremamente engraçadas.

Mas, a grande novidade mesmo é o Base Jump Challenges. Trata-se de desafios espalhados por Liberty City no qual o objetivo é saltar de prédios com seu para-quedas para passar por anéis ou atingir um alvo móvel no chão. Sem dúvidas, algo que será muito bem recebido pelos fãs de GTA: San Andreas.


Duas grandes aventuras

O pacote é, sem dúvidas, um conjunto excelente que traz duas das melhores expansões desta geração. Horas e horas de jogo por um preço acessível e uma enxurrada de novidades para quem gostou de Grand Theft Auto IV. É muito bacana voltar a Liberty City sob a perspectiva de personagens totalmente diferentes. Não deixe de conferir.

Até onde vai a influência do mouse nos games?

No princípio, Deus criou o Céu e a Terra. Está bem, está bem, vamos um pouco mais adiante. Para muitas pessoas, o início da informática começou a partir do momento em que o homem desenvolveu um pequeno periférico para mais acessibilidade e praticidade nos comandos de interação com a máquina. Sim, é do mouse que estamos falando.

Quanto aos games, a briga é ainda mais feia. O "camundongo" dos computadores é capaz de fazer a diferença no conflito entre o PC e as demais plataformas. É tão fácil mexer com o periférico que dezenas de milhares de jogos exigem apenas o uso do mouse como forma de controle. Isso é ainda mais frequente na área de desenvolvimento em flash.

Plástico, cabo, extensão PS/2, bola de movimentação e dois botões. Esse modelo tão conhecido do acessório já está sendo superado por um turbilhão de estilos arrojados, cada um com características impressionantes. A bola de rolagem abriu alas para a chegada dos sistemas óptico e laser, enquanto os número de botões não para de aumentar. Mesmo o botão de rolagem — "scroll" — aparece em alguns modelos com três botões acoplados (para dentro do mouse, para um lado e para o outro).

Quanto aos tipos de transmissão, também há variedade. A entrada serial foi substituída pelo PS/2, que abriu caminho para o USB... Até chegar aos dispositivos sem fio. Hoje, é comum experimentar mouses potentes que se comunicam com um receptor através de uma conexão Wi-Fi ou Bluetooth.

Quem já jogou Counter-Strike sabe que possuir um mouse de qualidade e uma superfície confiável de apoio (seja um simples mousepad ou uma "surface") é crucial para o sucesso. Mesmo na seção de superfícies, a tecnologia evoluiu absurdamente, tanto que muitas empresas fazem questão de combinar vendas de mouses com esses objetos.

Moral da história: a saga dos roedores eletrônicos é longa e intensa, principalmente no que diz respeito a video games. Lidar com a interface de diferentes jogos de maneira simples e prática é a meta de qualquer um que procura explorar ao máximo as funcionalidades oferecidas. E o mouse possibilita isso.

Interação

Por que muitos preferem o mouse a outros controles?


Costume. Este é o motivo mais expressivo pelo qual boa parte dos gamers prefere o "rato" a controles de consoles. Quem começou a usar o mouse em jogos de tiro em perspectiva de visão em primeira pessoa (FPS) dificilmente se adapta bem com outros periféricos.

Só que, por incrível que pareça, há muitas pessoas que conseguem obter resultados excepcionais com os controles do PlayStation 3 e do Xbox 360, mas não têm o mesmo desempenho com o acessório dos computadores. Ainda assim, movimentar um objeto, um cursor ou uma mira na tela com a mão inteira é, para a maioria dos jogadores assíduos, muito mais interessante do que lidar com um dos itens citados anteriormente apenas com o polegar sobre um pino analógico.

Pensemos da seguinte maneira: com o mouse, é possível movimentar o item na tela na velocidade desejada e parar abruptamente, deixando o objeto estático. Com o polegar sobre um pino, também é possível deslocar o elemento milimetricamente (se o gamer contar com uma sensibilidade absurda no dedo, é claro), mas, na hora de parar a movimentação, deve ser realizado — na maioria dos casos — um movimento de retorno à posição central, estática, do pino. E isso é bem mais desconfortável do que realizar apenas um movimento.

Se a versão para consoles de um determinado jogo não é bem programada, o desfecho da experiência pode ser muito, muito frustrante. E, mesmo que o game conte com uma boa jogabilidade (como Call of Duty: Modern Warfare 2), a precisão com o uso um pino analógico não é a mesma com o que ocorre através da utilização de um mouse.

É claro que há aqueles afirmam sem medo que a combinação entre mouse e teclado é a mais apropriada para a experiência com jogos virtuais. Velocidade e precisão são dois aspectos-chave no gênero FPS, principalmente nos momentos que exigem reflexo. Efetuar os famosos "headshots" — tiros na cabeça — pode ser ligeiramente mais difícil para quem joga nos consoles.

Sensibilidade

Quanto mais, melhor... Ou não


Você conhece o termo DPI (Dots Per Inch)? Apesar desta sigla em inglês para a expressão Pontos Por Polegada conter significados diferentes em outros ramos da informática, o DPI indica quanto que o usuário consegue mexer o cursor na tela em uma polegada de movimento. O DPI equivale ao CPI (Counts Per Inch ou "contas" por polegada) e, quanto maior o índice, maior a sensibilidade do mouse.

Bem, via software, é possível alterar a sensibilidade do mouse, fazendo com que o cursor se mexa mais rapidamente ou mais lentamente que o DPI do periférico. Há, ainda, programas que contém a opção de "aceleração", que alteram a velocidade de passagem do cursor com o tempo de movimentação do mouse. Certas pessoas já tiveram problemas com a diferença de velocidade entre movimentos horizontais e verticais do cursor na tela em determinados sistemas operacionais.

O problema é que, via software, é difícil obter precisão nos movimentos fazendo essas alterações de sensibilidade. Por isso, é importante que o gamer possua um dispositivo com um índice de DPI elevado para poder atingir pontos mais distantes da tela com maior velocidade e menos esforço, o que é ideal para jogos do gênero FPS e RTS (estratégia em tempo real). Entretanto, é errado afirmar que os melhores mouses são aqueles que possuem maiores DPIs.

O diretor de marketing da fabricante SteelSeries forneceu uma opinião importante sobre o assunto. Confira as palavras de Kim Rom:

"A indústria teve bastante sucesso em estabelecer o DPI como algo muito importante, quando, na realidade, isso não é tão significante. A tecnologia progrediu a um nível no qual você consegue mover seu mouse, digamos, uma polegada na sua mesa, e o cursor se movimentará duas ou três vezes esse comprimento na tela. Isso parece impressionante, com certeza, mas qual o valor real disso?"

"Isso não torna você mais preciso; eu poderia argumentar que isso faz exatamente o oposto. Um maior DPI em um mouse não oferece muito valor e isso não é um benchmark para medir o quão preciso ou incrível é o mouse. É simplesmente uma medida de sensibilidade. Noventa por cento dos gamers experientes estarão usando um valor de DPI entre 800 e 1.600."

Rom ainda afirmou que o próprio termo DPI está errado:

"Pense por um segundo, e depois me diga: onde, no seu computador, você enxerga pontos? Eu vejo pixels em minha tela. Eles possuem forma quadrada para mim. A indústria, além de obter sucesso em estabelecer a sensibilidade do mouse como a característica mais importante do produto, o fez utilizando um termo que está tecnicamente incorreto. Não é algo espetacular?"

Impacto

Um periférico e tanto


É claro que, observando de forma mais fria, pode-se dizer que o mouse é tão influente quanto o teclado, por exemplo. Mas certas empresas, como a própria SteelSeries, têm como foco a fabricação dos famosos "ratos" devido ao excelente nível de interação com os computadores e ao forte mercado desses produtos.

Cada mouse conta com peculiaridades, tanto que nem o próprio Rom arrisca dizer em quais pontos os competidores estão errados:

"Eu odiaria dizer que outras companhias estão erradas. Eu acho que há muitos produtos bons no mercado; obviamente alguém os fabricou. A maneira com que nós pensamos e fazemos nossos produtos é um pouco diferente das demais empresas... Nós somos puristas em hardware — acreditamos primeiro em funcionalidade, depois em tecnologia."

É uma abordagem interessante, principalmente com relação ao mouse. Afinal de contas, quem não gosta de mexer o pequeno dispositivo e dar tiros com precisão em frente a um PC sem grandes preocupações com desempenho?

terça-feira, 2 de março de 2010

Sony revela procedimentos pós-8002050F.

Agora que o choque inicial do erro 8001050F já passou, a Sony começa a catar os cacos do PS3. Depois de confirmar que o problema estava relacionado ao relógio interno do console e de que uma correção já está sendo elaborada a empresa japonesa emitiu um comunicado oficial explicando o procedimento para a recuperação de alguns dados perdidos durante o erro 8001050F.

“É possível que alguns jogadores que sofreram com o erro 8001050F tenham perdido as informações relacionadas aos seus troféus. Para solucionar este problema os usuários precisarão acessar o jogo para reinstalar os troféus, para então sair do jogo e sincronizar sua coleção de troféus com o servidor para recuperar as conquistas anteriores.”

No entanto alguns jogadores que testaram o procedimento já alardeiam para possíveis falhas do processo. Aparentemente, alguns jogadores já realizaram os passos sugeridos pela Sony, mas não conseguiram acessar seus troféus no console.

No entanto, os mesmos não foram perdidos, a informação permanece na PSN e simplesmente não é visualizada no console (você ainda pode comparar seus troféus com outros amigos). Já os jogos salvos no HDD (como os clássicos do PS1) deverão ser baixados novamente.

Porção de Heavy Rain pode ser jogada pelo Youtube.

Porção de Heavy Rain pode ser jogada pelo Youtube.

Pronto para jogar Heavy Rain? Bem, se você ainda não possui um PlayStation 3 ou se só quer passar um pouco do tempo no trabalho (não conte ao seu chefe!), se prepare para muitas doses de investigação, pois a Sony está utilizando o YouTube para simular algumas das partes do jogo gratuitamente.

Como assim?

Para quem não sabe, as porções de diálogo de Heavy Rain consistem em uma série de decisões (tais como persuadir, usar força, ser gentil) que são ativadas com os botões frontais do controle. Como é possível inserir links em porções definidas dos vídeos, a Sony aproveitou para recriar a experiência no seu navegador, permitindo que você explore uma pequena parte do game.

Basta visualizar o vídeo, prestar atenção no diálogo e aguardar pelo seu término, momento no qual aparecem as opções de conversa. Ao clicar em uma delas, um novo vídeo será carregado, dando continuação à história de acordo com a sua escolha. Pronto para brincar um pouco mais no papel de investigador? Então deixe o “filme” rolar...