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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

PS MOVE aqui na Revolution Store Games garanta já o seu!!!

PS3 Move Starter Pack - R$ 299,00

PS3 Move Starter Pack - R$ 299,00

PS3 MOVE Motion Controller - R$ 199,00

PS3 MOVE Motion Controller  - R$ 199,00

PS3 MOVE Navigation Controller - R$ 159,00

PS3 MOVE Navigation Controller  - R$ 159,00

MOVE Sports Champions Bundle - R$ 399,00

MOVE Sports Champions Bundle - R$ 399,00

EYEPET(MOVE) - R$ 179,00

EYEPET(MOVE) - R$ 179,00

Lançamentos para dia 01/10/2010



Data de lançamento, preços, novos jogos e mais bombas do 3DS! (Em Breve na Revolution Store Games)


Finalmente, os fãs da Nintendo podem começar a preparar suas carteiras. Recentemente, a Big N revelou — durante a conferência particular da empresa em Tóquio — alguns dos detalhes de seu mais novo console, o portátil de duas telas 3DS, que estourou na Electronic Entertainment Expo (E3) e impressionou a todos pelo fato de trazer gráficos em 3D estereoscópico sem a necessidade de óculos especiais. Agora, a companhia informa o preço e a data de lançamento no Japão e no Ocidente, e, como brinde, traz uma enxurrada de novidades. Prepare-se para se surpreender novamente.

O poderoso portátil chegará às lojas no dia 26 de fevereiro de 2011 no Japão, pelo preço de 25,000 ienes — aproximadamente R$ 600,00 mais impostos. E o Ocidente? Bem, a empresa não trouxe informações sobre o valor do 3DS neste lado do globo, mas indicou a data de lançamento: março de 2011.

Outra novidade é inclusão de um cartão SD de 2GB com o sistema, algo que, certamente, irá agradar todos os jogadores que adquirirem o portátil. Satoru Iwata, presidente da Nintendo, também confirmou que jogos de Game Boy e Game Boy Advance serão vendidos no novo Virtual Console concebido especialmente para o 3DS. Como se não bastasse, “jogos clássicos” serão convertidos para o 3D.

Mii, TV grátis e online em modo de espera

Durante o evento, a Big N aproveitou para mostrar algumas das capacidades do pequeno gigante. Primeiramente, a companhia revelou que o 3DS também contará com os famosos Mii, que habitam o console de mesa da Nintendo desde seu lançamento. Os jogadores terão acesso a uma espécie de estúdio de criação dos Mii no portátil, um recurso que traz bastante interações bacanas.

Nele, você pode tirar uma foto de seu rosto, utilizando a própria câmera do console, e então ajustá-la para que se encaixe no Mii. O resultado é uma personalização instantânea de seu avatar — e de modo realmente intuitivo. Como se não bastasse, é possível converter a representação virtual para um QR Code e compartilhá-la com outros 3DS através de um cartão SD.

O mais impressionante de tudo é o Tag Mode Mii Plaza, que faz uso da função Tag do 3DS. Com ela, o console pode se comunicar com outros portáteis mesmo quando estiver em modo de espera. Uma luz no canto superior direito informa se o jogador passou por perto de alguém com o portátil e se qualquer tipo de dado foi compartilhado. Incrível, e vários títulos já exibem as façanhas alcançadas através deste recurso — confira mais detalhes à frente.

Outra novidade bacana, pelo menos para quem mora no Japão, é a parceria da Nintendo com a Fuji TV, um popular canal televisivo do país. Com esse acordo, a Big N pretende disponibilizar gratuitamente vários clipes em 3D estereoscópico para os usuários do portátil.

Jogos e mais jogos! Empresas investindo no 3DS

Felizmente, além dos recursos incríveis, que fazem do 3DS uma plataforma altamente desejável, também temos vários jogos de peso confirmados. Durante o evento da Nintendo, diversos games já vistos pelos jogadores surgiram nos telões. Mas, a conferência também guardou espaço para algumas surpresas. Confira alguns títulos que você pode estar jogando em março de 2011.

A Nintendo e a Capcom


Por parte da própria Nintendo, temos mais imagens de Kid Icarus, Nintendogs + Cats, Pilotwings Resort e os remakes em 3D de Star Fox 64 e The Legend of Zelda: Ocarina of Time. No evento, também apareceram jogos como Paper Mario, Mario Kart, Animal Crossing e uma nova franquia da Nintendo: o game de exploração submarina Steel Diver.

Já a Capcom trouxe bombas e mais bombas, anunciando vários jogos que surpreenderam o público. Um deles é Super Street Fighter IV: 3D Edition, que usa e abusa dos recursos do portátil, como o já mencionado Tag Mode. Nesse título será possível lutar contra qualquer um que cruze seu caminho, mesmo que seu DS esteja em modo de espera. Com isso, você adquire figuras de ação virtuais que são armazenadas em seu console. Fora isso, temos modos multiplayer de jogo que permitem a conexão com qualquer 3DS próximo ao jogador, algo que deve gerar muitos conflitos — no sentido positivo, é claro.


Outra surpresa da Capcom é Resident Evil: Mercenaries 3D. O jogo de horror toma como pano de fundo o universo da série e deve trazer “momentos de ação intensa com jogadores competindo contra o relógio para eliminar o máximo de inimigos dentro do limite de tempo”. O título trará missões do modo Mercenaries de Resident Evil 4 e Resident Evil 5, assim como novos modos, personagens extras e opções para conectividade Wi-Fi.

E a empresa não parou por aí. Mega Man Legends 3 Project é outra promessa da companhia. O game deve trazer aos fãs a “oportunidade de fazer parte de um processo de desenvolvimento nunca visto antes enquanto interagem diretamente com o time”. Só esperando para saber realmente o que será esse jogo.

Outras companhias

Além das duas gigantes, outras empresas também aproveitaram para mostrar algumas de suas promessas para o Nintendo 3DS. Uma delas foi a Level 5, que deve trazer o Professor Layton para resolver quebra-cabeças tridimensionais no portátil. A Konami apresentou um novo trailer de Metal Gear Solid 3D Snake Eater — que deve chegar ao Japão no outono de 2011 —, exibindo incríveis momentos de jogabilidade.


Por parte da Square Enix, temos Kingdom Hearts e Chocobo Racing, e Dead or Alive: Dimensions a famosa pancadaria para outra dimensão. A Sega também trabalha em novos títulos e já confirmou seis jogos para o 3DS, embora tenha revelado apenas dois: Monkey Ball e o novo Sonic the Hedgehog.


Mapa de Need for Speed Hot Pursuit é revelado

Um dos jogos mais esperados desse finzinho de ano é concerteza o novo Need for Speed, que está sendo desenvolvido pela Criterion Games em parceria com a DiCE Stockholm (produtores de Battlefield).

Hoje foi liberado o mapa desse game, que segundo a produtora, será 4X maior que o mapa de Burnout Paradise. Dá pra perceber muitas rodovias e as áereas de diferentes visuais.

Segue abaixo:
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  1. Mission Beach: Área costeira, com praias e parque de diversões.
  2. Fox Lair Pass: Área de florestas, com grandes coníferas.
  3. Eagle Crest: Com um toque da ilha de Panau do jogo Just Cause 2, Eagle Crest é a parte montanhosa e "gelada" do mapa.
  4. Three Points: Desertos, perseguições quentes estão a caminho.


Need for Speed Hot Pursuit tem lançamento em 16 de Novembro pra PC, X360, PS3 e Wii. Um demo está programado pro dia 26 de Outubro.

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Spider-Man: Shattered Dimensions - R$ 199,00

Combate acrobático. Vilões estereotipados e divertidos. Humor entre o cáustico e o nonsense. Sim, Shattered Dimensions é, sem sombra de dúvida, um jogo do Homem-Aranha. Mas não o Aranha tragicômico e superlotado de dramas adolescentes, levado para as telas por Tobey Maguire. Trata-se do herói original: volúvel, sarcástico, irresponsável e despreocupado, tal e qual a sua concepção original da década de 1960.

E a ideia central de Spider-Man: Shattered Dimensions é igualmente genuína: levar para dentro de um mesmo jogo quatro versões alternativas do herói, fornecendo o elo perdido entre as várias dimensões criadas pela Marvel.

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Dessa forma, enquanto Amazing Spider-Man vai conduzi-lo até o universo mais característico do personagem, em Ultimate o traje alienígena ainda é uma realidade. Da mesma forma, os carros voadores e a profusão de propagandas animadas do universo de 2099 dá lugar à sua antítese: o arco de histórias Noir, com suas vielas escuras e silenciosas, locomotivas a vapor e mafiosos urdindo planos macabros na surdina.

Entretanto, embora a ação e o carisma do herói estejam presentes sem fissuras, a releitura da Activision não escapa de alguns deslizes; muitos deles já quase lugares-comuns em jogos de super-heróis.

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Dessa forma, se por um lado a ação fluida do jogo pode convencê-lo sem problemas de que, durante aproximadamente 10 horas, você dispõe dos poderes do Aranha, a ligação pobre entre as dimensões — consequência de uma trama principal um tanto truncada —, a repetição de algumas fases e minúcias técnicas em geral acabam, por assim dizer, embolando um pouco a teia do aracnídeo.

Basicamente, há muito pouca diferença entre pelo menos três universos, e o cenário Noir se parece com os borrões que deram origem à ação furtiva em Batman Arkham Asylum. A ação comprometedora da câmera também tem seu papel aqui. Mas, é claro, sempre há mais teia na manga. Vamos aos detalhes.

Aprovado

Quatro heróis, quatro universos distintos

Embora a trama que reúne os quatro universos discrepantes do Aranha no jogo seja um tanto forçada, os universos, isoladamente, tem seu atrativo. Em Shattered Dimensions, você será convidado a revisitar quatro releituras distintas do Aranha: Amazing, Ultimate, Noir e 2099.

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O motivo? Uma luta entre o Aranha e o vilão Mysterio acabou por despedaçar um artefato conhecido como “Tábua da Ordem e do Caos”. Em consequência disso, os vários universos paralelos da Marvel passaram a se cruzar, gerando um enorme potencial para problemas. Para ajudá-lo a colocar as coisas novamente nos trilhos, aparece a misteriosa Madame Web. O resto, como dizem, é história.

  • Amazing Spider-Man

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Amazing é o Homem-Aranha clássico, em sua concepção original, trajando o emblemático traje vermelho e azul. O forte das fases do universo Amazing está justamente nos malabarismos típicos do heróis, que aqui é dotado de uma grande variedade de combos utilizando os lançadores de teia. É ação pura, do início ao fim.

  • Ultimate Spider-Man

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Em Ultimate, Peter Parker se vê novamente encoberto pelo famigerado simbionte, o traje alienígena que, embora confira poderes extras, não deixa de cobrar o seu preço. Embora a arquitetura das fases de Ultimate seja bastante semelhante a do universo clássico, os poderes típicos do traje — tentáculos negros que partem do herói — garantem um estilo de combate distinto.

  • Spider-Man 2099

Img_normalA versão 2099 do Aranha vai levá-lo até a releitura criada por Peter David para o universo Marvel 2099 — espécie de comemoração pelos 30 anos da primeira aparição do herói. A carta na manga do Aranha futurista é uma espécie de variação do tradicional bullet-time: durante algum tempo, você poderá se mover mais rapidamente, encadeando uma quantidade quase absurda de golpes.

  • Spider-Man Noir

Img_normalPor fim, Noir é uma espécie de “ovelha negra” dentro de Shattered Dimensions — com o perdão do trocadilho. Trata-se de um flerte óbvio com jogos eminentemente furtivos, como Splinter Cell: Conviction e Batman Arkham Asylum. Em vez de se lançar indiscriminadamente sobre bandidos genéricos, aqui a ideia é se manter sempre nas sombras, realizando ataques rápidos e silenciosos.

Seja o Homem-Aranha!

Durante aproximadamente 10 horas de jogo, Shattered Dimensions pode facilmente convencê-lo de que, mesmo através dos controles, você detém o potencial do Homem-Aranha. Isso porque as cenas de ação recriam perfeitamente o estilo singular dos combates do Aranha nos quadrinhos, com uma vasta possibilidade de manobras aéreas, combos e golpes encadeados.

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Chefões carismáticos e encarniçados

Ok, então os combates contra os chefes de Shattered Dimensions não são o que de mais original já se viu em um jogo de video game. Entretanto, uma mescla entre carisma e batalhas ferrenhas faz dos combates contra os chefões do jogo algo no mínimo memorável.

Afinal, juntamente com os cenários apoteóticos dos combates, aparecem vilões consagrados, tais como Duende Macabro, Electro, Hammerhead e mesmo o atualmente proscrito Kraven, espécie de versão malvada do Tarzan, dotado de sotaque e roupa de oncinha — lembre-se, os tempos eram outros.

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Diálogos e o humor aracnídeo

Embora às vezes acabem abraçando clichês descarados dos quadrinhos, os diálogos de Spider-Man: Shattered Dimensions realmente fazem um ótimo trabalho — mesmo que a trama geral do game seja um tanto manca. Tanto as falas do Aranha quanto as dos seus vilões consagrados, a interpretação dos dubladores serve perfeitamente ao clima de aventura do jogo.

O humor clássico do Aracnídeo também está presente, mais afiado do que nunca. Para quem não leu muitos quadrinhos do Homem-Aranhas, trata-se basicamente de um senso de humor nonsense, às vezes cáustico, às vezes inocente, mas sempre ligeiro e de acordo com o contexto. Basta conferir a batalha final contra o poderoso Electro: “Eu me tornei um ser de energia pura!”, exclama o vilão, que é então complementado pelo Aranha: “... E sem calças!”.

Arte: direto dos quadrinhos

Img_normalMas não é só o senso de humor do Homem-Aranha que evoca o clima dos quadrinhos em Shattered Dimensions. Toda a arte do game flerta abertamente com o traçado e as texturas das HQs — o que ainda ajuda a criar uma distância segura dos filmes, diga-se de passagem. São contornos exagerados, filstros cel-shading, entre diversos outros detalhes que fazem de Shattered Dimensions uma espécie de HQ jogável.

Reprovado

Pouca variação entre os universos

Embora a ideia de trazer quatro universos distintos do Homem-Aranha para um único jogo tenha, indiscutivelmente, seu mérito, Shattered Dimensions não consegue realmente justificar a existência de todas essas dimensões dentro do jogo. Em outras palavras, não há realmente uma grande diferença de jogabilidade e/ou objetivo nos universos paralelos do jogo.

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Trata-se do mesmo padrão, repetido à exaustão através das fases. Você fará o primeiro contato com o vilão principal da fase que, naturalmente, guarda um dos fragmentos da “Tábua da Ordem e do Caos”. A partir disso, trata-se simplesmente de uma brincadeira de gato e rato: você vai perseguir o vilão através dos cenários lineares do jogo, encarando algumas batalhas prévias para, por fim, derrotá-lo, reavendo mais um fragmento.

Noir: “eu já vi isso em algum lugar...”

Talvez o único universo que tenha se ocupado de trazer uma jogabilidade distinta seja o Noir. Em vez de distribuir pancadas a granel, as fases lúgubres de Spider-Man Noir vão convidá-lo a uma ação mais furtiva, nas sombras.

Img_normalO problema é que o estilo aqui parece comer pelas beiradas do prato de Batman Arkham Asylum, com mecânicas stealth perigosamente simplificadas. Ademais, a versão Noir do Aracnídeo é obviamente mais frágil que as demais, o que vai torná-lo completamente dependente das mecânicas furtivas — limitando assim as possibilidades durante as fases do universo.

Kraven, Hammerhead... E a câmera

Como em tantos outros jogos de ação, a câmera aqui aparece como um dos seus vilões durante as cenas de ação. Isso ficará bastante óbvio sobretudo nos momentos em que, ao escalar um edifício, você mude bruscamente de posição (para atravessar o telhado, por exemplo). A câmera vai acabar dividida entre duas perspectivas diferentes, e o efeito resultante acaba mesmo atrapalhando a jogabilidade.

Vale a pena?

Não que o clima original dos quadrinhos, os vilões clássicos — com algumas gratas surpresas, como Kraven — e a movimentação do personagem não garantam, em si, um bom atrativo. Só que, desconsiderando-se as virtudes que pertencem mais ao herói do que ao jogo, o que resta é um título de ação apenas mediano.

É claro que a ideia de fundir várias versões distintas do Aranha em um único título tem seu mérito. Entretanto, acabaram faltando motivos para justificar as quatro dimensões, já que as diferenças mais notáveis — excluindo-se a versão Noir — ficam mais na forma do que no conteúdo.

Entretanto, o combate em malabarismos e as tiradas engraçadas da versão pré-Tobey Maguire do Homem-Aranha ainda fazem de Spider-Man: Shattered Dimensions um bom título para os fãs dos quadrinhos — o tipo de admirador que seria capaz de ignorar deslizes e clichês para assumir mais uma vez o controle do Aracnídeo em um game.

3DS em novembro, segundo jornal alemão

Na mesma semana em que a Nintendo planeja revelar a data de lançamento e preço oficial do seu novo portátil - o Nintendo 3DS - um jornal alemão alega ter informações neste sentido em primeira mão.

De acordo com o jornal Bild, o portátil com gráficos em 3D está marcado para chegar ao mercado japonês em 11 de novembro. É "muito provável" que o aparelho chegue no segundo trimestre de 2011 por 200 euros (cerca de US$ 270). Não há menção para o lançamento norte-americano.

Ainda segundo as informações da publicação, os games disponíveis no lançamento do portátil serão Mario Kart 3D, The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D e Professor Layton and the Mask of Miracle.

Apesar de ser o jornal mais vendido na Europa, e ter algum crédito em suas matérias por não ter o costume de veicular rumores sem provas, a publicação não notifica de onde veio a informação. No passado, o Bild mencionou o Wii Remote, joystick do Wii, antes de seu anúncio oficial, na Tokyo Game Show de 2005.

O momento se aproxima

Não é a primeira vez que o Nintendo 3DS é mencionado "para novembro no Japão". Há alguns dias, um ex-funcionário de uma fábrica de acessórios para videogames comentou em seu Twitter a respeito do portátil.

Takahiro Amano, o autor da mensagem, informou que o "11 periféricos feitos pela empresa para o 3DS estarão no mercado simultaneamente no lançamento do portátil, em novembro". Sua conta no serviço de microblogs foi apagada logo em seguida.

A Nintendo agendou para esta quarta-feira (29) o anúncio oficial do preço e da data de lançamento do Nintendo 3DS e não comentou detalhes desde então. O portátil é capaz de gerar gráficos em 3D sem a necessidade de óculos especiais e alguns games de séries clássicas já estão confirmados para ele, como Resident Evil, Street Fighter e Kid Icarus, da própria Big N.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Dead Space 2

A verdadeira batalha está prestes a começar!


Seguindo a trajetória adotada por franquias como Uncharted, Dead Space também se aventurará pelas modalidades multiplayer, visando oferecer aos jogadores um pacote mais robusto e duradouro.

Mas como transformar um jogo focado na ação e na narrativa em algo competitivo para diversos jogadores? A resposta é simples e está nas raízes do duelo: humanos contra alienígenas, percorrendo os corredores das estações espaciais em times compostos por quatro integrantes.

Para tornar tudo mais claro, a equipe da Electronic Arts sediou um evento especial durante a semana passada, mostrando aos repórteres que estiveram em São Francisco a primeira demonstração jogável da modalidade. Vamos às novidades!

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Liderando os soldados

Cada time é dividido em uma série de classes, proporcionando equilíbrio e diversidade aos jogadores. No lado dos humanos — que vestem roupas similares às do protagonista, com direito a viseiras luminosas e proteções para o tronco — as variações são sutis, mas necessárias.

Em primeiro lugar temos os engenheiros. Eles carregam a arma Plasma Cutter e podem pisotear os adversários que caem. As outras classes abrangem muitas das armas vistas ao longo da campanha, incluindo o Pulse Rifle e a Javelin Gun.

Os humanos nascem em locais fixos e estão limitados a dois tipos de equipamento. Como observado pelo site 1UP, a força está na união, no uso das habilidades especiais e na coordenação da coleta dos itens, deixados pelos inimigos que são assassinados — mais uma vez, da mesma forma como visto na campanha.

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As criaturas grotescas

Os Necromorphs são bem mais variados. Cada classe possui um formato e funcionamento distinto. Os Pukers (que ainda não foram mostrados) podem emitir jatos ácidos de curto alcance. Os Spitters, listados sob a classe de ataques de longa distância, podem cuspir jatos constantes ou grandes concentrações de ácido, que exigem um tempo de carregamento. Apesar do tamanho considerável, a estrutura dessas criaturas é muito vulnerável.

Os Lurkers desenvolvem tentáculos e podem subir pelas paredes, preparando emboscadas letais para viajantes solitários. A última classe, Pack, tem a aparência de um feto, ainda que com um toque mais diabólico. Elas podem saltar diretamente no pescoço dos inimigos, causando um verdadeiro estrago.

Não bastasse a maior facilidade de locomoção pelos cenários, os alienígenas ainda têm total liberdade para escolher em que ponto do cenário surgirão em suas próximas vidas, pegando qualquer humano de surpresa.

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A vitória através de objetivos

Apesar da inevitável carnificina, os ocupantes dos mapas devem se preocupar principalmente com os objetivos que são colocados. No evento sediado pela Electronic Arts, foram reveladas apenas duas das modalidades, muito embora cinco estejam planejadas para a versão final de Dead Space 2.

A primeira delas coloca os humanos em estações espaciais invadidas pelos alienígenas. Eles devem percorrer uma série de salas, ativando computadores que são responsáveis pela abertura de novas passagens. A missão é alcançar as cápsulas de fuga, que estão nos pontos finais dos mapas.

Não bastassem os constantes ataques dos monstros, os pobres humanos ainda devem resistir bravamente na hora da ejeção, uma vez que somente um soldado pode entrar em cada cápsula, exigindo novas sequências de ativação. Nas primeiras vezes, o grupo se defende... Mas o último remanescente terá que encarar os quatro rivais de uma só vez!

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A segunda modalidade exige que os humanos, novamente, trabalhem em equipe — resistindo às ondas de ataques. O objetivo é coletar diversos componentes eletrônicos, os quais serão agrupados para a construção de uma bomba. Uma vez montada e detonada a bomba, os sobreviventes ganham a partida.

Na teoria a tarefa parece simples, mas novamente os alienígenas possuem dezenas de recursos e becos escuros para surpreender os oponentes. Uma vez finalizada a partida, os papéis são invertidos e os times entram em uma nova disputa.

Foi confirmado pelos desenvolvedores que o componente multiplayer oferecerá sistemas de níveis e de progressão, visando a longevidade das partidas, muito embora os detalhes de seu funcionamento ainda não tenham sido divulgados. Dead Space 2 tem lançamento marcado para o dia 25 de janeiro, portanto ainda há tempo para a divulgação de mais informações.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Revolution Store Games apoia o projeto "Jogo Justo" confira a reportagem:


O Projeto Jogo Justo busca diminuir a carga tributária nos jogos importados vendidos aqui no Brasil. A intenção é mostrar por meio de um relatório baseado em informações comerciais de desenvolvedores e lojistas que o mercado de games nacional tem um enorme potencial.

O Projeto Jogo Justo visa diminuir o preço dos games, dos aparelhos de videogame e de seus periféricos, fazendo assim com que o consumidor final tenha cada vez mais contato com os games, forma de cultura cada vez mais disseminada do mundo. Como consequência disto, o mercado nacional irá se desenvolver, além da possibilidade de mais produtoras se instalarem no Brasil, gerando de uma forma gradativa, mais empregos no setor.

O Projeto Jogo Justo foi criado dentro de uma comunidade e independe de ordem política, empresarial e da geração de lucros.

Começou a ganhar forma no segundo semestre de 2010 e no mês de novembro encontrará seu primeiro desafio, quando mostrará todo o seu potencial para a Receita Federal. Durante uma conversa em Brasília, serão apresentados os benefícios de se diminuir a carga tributária dos jogos vendidos no Brasil, onde os games passariam de R$ 250,00 para R$ 99,00

Caso seja aprovada pela Receita Federal, o plano poderá entrar em vigor já no início de 2011.

O Dia do Jogo Justo, não estarão inseridos lançamentos, jogos muito antigos e consoles. O dia ainda não foi definido, devido a possibilidade de agregar a cada dia mais interessados na causa.

Na minha opinião o jogo justo é muito imortante para o crescimento do mercado brasileiro de games pois com a queda dos preços a pirataria irá diminuir e talvez com o tempo até acabar.Eu acho um absurdo pagar mais de R$ 150,00 em um jogo e com o jogo justo esse preço irá diminuir consideravelmente porque os impostos irão acabar.

A Revolution Store Games apoia o Jogo Justo

Por Matheus Ferran

Site do projeto Jogo Justo: http://www.jogojusto.com.br/

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Chegou na Revolution Store Games: SPIDER-MAN SHATTERED DIMENSIONS - R$ 199,00 ou 6x de R$ 33,00

Primeiras notas de F1 2010 são divulgadas (X360 e PS3)




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Que a Codemasters é uma grande produtora de games todo mundo já sabe, mas, o que talvez nem todos saibam é que a grande especialidade dela são os games de corrida.

Títulos consagrados como Race Driver: GRID, Colin McRae: DiRT 2, TOCA Race Driver 3 são todos da Codemasters. E agora, a produtora trás para as plataformas PC, PS3 e X360, o fantástico F1 2010.

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Os fãns colocaram uma espectativa muito grande sobre game, espectativa da qual vai se tornar realidade agora já no dia 22/09, data de lançamento do game. E, parece que os fãs não vão se decepcionar nem um pouco com o game, pelo menos não se depender das notas já dadas para o game até agora.

Por enquanto apenas as versões PS3 e Xbox 360 foram analisadas, confira abaixo como ambas se saíram na visão de variados sites e revistas da crítica mundial.

Versão PS3 (11 reviews)

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  1. Gameblog.fr: 10
  2. Total Video Games: 9,0
  3. Playstation Official Magazine UK: 9,0
  4. VideoGamer: 9,0
  5. SpazioGames: 9,0
  6. 3DJuegos: 8,9
  7. Vandal Online: 8,6
  8. GameInformer: 8,5
  9. Meristation: 8,5
  10. IGN UK: 8,5
  11. Gamereactor Denmark: 8,0
  12. Nota geral baseada nas reviews acima: 8,8


Versão Xbox 360 (12 reviews)

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  1. Games Master UK: 9,0
  2. VideoGamer: 9,0
  3. Games Radar (in-house): 9,0
  4. Total Video Games: 9,0
  5. SpazioGames: 9,0
  6. 3DJuegos: 8,9
  7. Vandal Online: 8,6
  8. GameInformer: 8,5
  9. IGN UK: 8,5
  10. Eurogamer: 8,0
  11. Edge Magazine: 8,0
  12. Official Xbox Magazine UK: 8,0
  13. Nota geral baseada nas reviews acima: 8,6


Por enquanto as reviews são essas. Logo mais sites e revistas irão avaliar o jogo e com certeza essa nota geral irá aumentar, ou até mesmo diminuir, quem sabe.

De qualquer maneira, o título parece ser imperdível, principalmente aos fãs de Fórmula 1 e de automobilismo.

Primeiras reviews de PES 2011 já surgem; game se sai bem

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O aguardado título da Konami, Pro Evolution Soccer 2011, ainda nem foi lançado, mas, as suas primeiras reviews já estão saindo.

Até agora, temos 3 reviews já publicadas (acompanhe a news para saber se sairam mais), todas elas da versão PS3 do game.
A primeira delas é do site videogameszone.de, a nota dada foi 86/100.

A segunda review foi do site françês, JVN. Este deu ao game a nota 16/20.

Já o site 3DJuegos deu a nota mais baixa das 3 reviews, sendo ela 7,1/10, que ainda sim pode ser considerada uma nota razoável.

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Por enquanto é o que temos, vamos aguardar por mais reviews que devem sair com o tempo, e claro, aguardar também pelo jogo, pois independente das notas, o importante é o jogo ser bom à você, gamer!

sábado, 18 de setembro de 2010

Quase Tudo Sobre Dead Rising 2



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Já alguma vez imaginaram se os zombies fossem reais e o mundo que conhecemos fosse invadido por eles? Se nunca o fizeram também não há necessidade de o fazer, Dead Rising 2 recria essa situação, embora a sua abordagem seja um pouco inclinada para o lado cómico.

Ao contrário do primeiro jogo, que foi produzido pela Capcom, a equipa a produzir esta segunda entrada na série é a Blue Castle Games. Para manter a essência que caracteriza a série, muitos dos membros responsáveis por Dead Rising transitaram para a produção da sequela.

Esta será a primeira vez que os utilizadores da PlayStation 3 e do PC poderão usufruir de um jogo da série Dead Rising, pois o primeiro é um exclusivo da Xbox 360. O jogo aborda um arco diferente e não dá continuidade directa aos eventos de Dead Rising. Desta maneira novos jogadores podem iniciar-se na série e conseguir perceber o que está a acontecer

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Para a minha surpresa, no meio da chacina de zombies e de personagens estereotipadas, existe uma história a decorrer. Chuck Greene, a personagem que controlamos, está em Fortune City para participar no “Terror is Reality”, um reality show em que os concorrentes utilizam motas equipadas com moto-serras e entram num ringue para tentarem eliminar o maior número de zombies. Chuck participa neste show não porque gosta, mas para ganhar dinheiro para comprar a vacina zombrex para a sua filha, que foi mordida por um zombie há dois anos. Esta vacina rara e cara impede-a de se transformar, no entanto tem que ser administrada de 24 em 24 horas.

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Tudo estava normal não fosse alguém rebentar com as portas de Fortune City de maneira a criar uma invasão de zombies. Não tarda nada, Chuck descobre que está no meio de uma trama e é acusado de ter causado esta invasão de zombies.

Tal como no primeiro Dead Rising são nos dadas 72 horas, dentro desse tempo ajuda militar irá chegar a Fortune City. Dentro desse período de tempo temos que sobreviver e arranjar provas da nossa inocência.

O tempo controla tudo o que fazemos, qualquer missão tem um prazo para ser completada. Nas missões secundárias podemos deixar esse prazo acabar e optar por não completa-las, contudo, nas missões que contribuem para história não podemos fazê-lo. Se deixarem o prazo acabar é “Game Over”. Mesmo depois de iniciarem a missão, o tempo continua a decrescer, pode acontecer estarem a meio da missão e perderem na mesma porque o tempo acabou.

O mapa é enorme e se querem descobrir todos os segredos vão ter que explorar muito. Existem vários pisos aos quais podem aceder. Para além do piso normal, onde está localizado quase tudo, têm ainda o sub-solo e os telhados de vários edifícios (um bom sítio para fugir aos zombies). As missões podem ser assinaladas no mapa surgindo uma seta no HUD para nos guiar. Esta função apenas funciona com as missões, se assinalarem um ponto aleatório do mapa a seta não aparece.

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O sistema de gravação continua igual ao anterior. Para gravar temos que nos dirigir a localizações específicas do mapa, neste caso são quartos de banho. Um sistema de auto-gravação continua a não existir, então se morrerem perdem todo o progresso e têm de regressão à última gravação. Se estiverem a lutar contra um boss isto cria alguma frustração pois temos de percorrer o mapa até chegarmos ao sítio pretendido e começar a luta toda de novo. Para o agrado de muitos, desta vez existem três slots para gravarem, enquanto que no anterior tínhamos apenas um ao nosso dispor.

É importante subir o nível de Chuck, assim as lutas e a sobrevivência torna-se mais fácil e mais divertida. Para subirmos de nível podemos matar zombies, psicopatas e encontrar sobreviventes. Achei esta última a forma mais fácil e eficaz de aumentar o nosso nível, recebemos pontos por ajudar sobreviventes e recebemos mais pontos se os levarmos até à “Safe House”. Quando Chuck sobe de nível as suas habilidades como ataque, velocidade, vida, etc, aumentam, mas o jogo é que escolhe quais as habilidades a melhorar, o jogador não tem liberdade de escolha nesta questão.


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A quantidade de armas disponíveis é imensa, não estive a contar mas devem ultrapassar uma centena. Praticamente qualquer objecto que virem pode ser utilizado como uma arma ou para ganharem vida (caso sejam alimentos). É aqui que o jogo se torna mais cómico, imaginem andar a matar zombies com um manequim, engraçado não? Ou imaginem Chuck Green, um ex-campeão de motocross a andar numa bicicleta cor-de-rosa para crianças. Outras armas ainda mais divertidas e também mortíferas surgem graças a combinações. Combinem uma bateria e uma cadeira de rodas e vão obter uma cadeira eléctrica. Combinem uma pistola de água e um extintor e têm uma arma que congela zombies. São mais de uma dúzia de combinações de armas.

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O motor do jogo impressiona devido ao número de zombies que consegue meter no ecrã ao mesmo tempo, embora isto afecte um pouco a frame-rate. Os gráficos, para um jogo sandbox e tendo em conta o que foi dito anteriormente, não estão nada maus e cumprem com sucesso a sua função.

Para além do modo principal, poderão ainda usufruir de um modo cooperativo para dois jogadores e o modo online baseado no reality show “Terror is Reality”.

A versão PlayStation 3 foi a que joguei e tenho uma queixa. O jogo requer instalação obrigatória e ainda assim contém loadings frequentes. Cada vez que entrei numa nova área aparecia um loading a interromper o ritmo do jogo. Algo que espero ver melhorado na versão final.

Dead Rising 2 é parecido com o título anterior tanto na estrutura como no design. As novidades são a história, um novo cenário (Fortune City) e novas maneiras de matar zombies. Para quem jogou o primeiro na Xbox 360, talvez este segundo não revele tanto interesse, para os restantes, poderá se tornar naquele tipo de jogos ridiculamente divertidos.